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sexta-feira, 6 de julho de 2012

AMMA repudia acusações contra juízes divulgadas em blogs


O presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA), José Brígido Lages, em face de notícia veiculada em diversos blogs do Estado nesta quinta-feira (5), esclarece que é garantia constitucional do magistrado julgar com autonomia e independência. “Não admitimos que os magistrados sejam privados de julgar conforme seu livre convencimento ou submetidos a ameaças e/ou advertências arbitrárias, inconvenientes e ilegais por parte do Tribunal de Justiça do Estado ou de qualquer outra autoridade judiciária”, contestou Brígido.

O esclarecimento do presidente da AMMA é sobre matéria intitulada “Agiotas tentam armação no plantão do TJ para ganhar liberdade”, em que o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Guerreiro Júnior, teria advertido os juízes e desembargadores maranhenses que, se os agiotas Gláucio Alencar e José Miranda obtivessem qualquer tipo de decisão favorável nos plantões do Judiciário, o responsável pelo benefício aos bandidos seria denunciado ao Conselho Nacional de Justiça.

Qualquer tentativa no sentido de intimidar ou desqualificar a ação legítima dos magistrados maranhenses, no exercício do seu múnus constitucional de promover a realização de justiça, recebe o repúdio desta Associação.

“A AMMA não aceita insinuações ou qualquer outra manifestação que não sirva para o engrandecimento da magistratura maranhense e nacional e apenas a desqualifica em flagrante desarmonia com o sistema federativo em que vivemos e os valores republicanos do nosso Brasil, conquistados com o sacrifício, inclusive de vidas, para que chegássemos a esse nível de soberania estatal onde se encontra albergada a autonomia da magistratura”, enfatiza Brígido Lages.

O presidente da AMMA afirma que os magistrados maranhenses merecem todo respeito diante da dignidade que possuem e têm demonstrado ao longo dos tempos.

“Por fim, a AMMA não aceita que a integridade moral dos magistrados seja achincalhada por meio de afirmações superficiais, evasivas ou taxativas, que para nada servem dentro do contexto dos valores democráticos em que vivemos”, finaliza.

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